Investigação do homicídio ocorrido em Turvo esta madrugada tem reviravolta

Turvo

 

A Polícia Civil, coordenada pelo delegado Thiago Reis, trabalhava, a princípio, apenas com um suspeito do homicídio de Maria Fernanda Anacleto, de 20 anos, que ocorreu na madrugada desta quarta-feira, dia 15, em Turvo.

Maria Fernanda foi morta a tiros, dentro de casa, no Loteamento Laerte, em Turvo, e seu corpo foi encontrado ao lado de seu filho de dois anos, na cama.

Um jovem de 18 anos, que já havia tido um relacionamento amoroso com Maria Fernanda, foi preso pela Polícia Militar na manhã de quarta-feira, no Residencial Flor do Campo, em Araranguá, suspeito de ter cometido o crime. Com ele foi apreendida uma arma de fogo calibre 765.

Ele contou aos policiais, que, por volta de 1 hora da madrugada desta quarta-feira, chegou na casa da ex-companheira e a encontrou morta, assustado, comunicou o fato a um amigo, que avisou a polícia e foi embora do local. A investigação descobriu que o jovem foi de Araranguá a Turvo e voltou no em seguida, ele não ficou por muito tempo na casa.

Com a investigação, o delegado Thiago constatou que o calibre da arma usada para matar Maria Fernanda não era o mesmo da arma encontrada com o suspeito.

Em diligências contínuas, PM e Polícia Civil conduziram outro jovem, também morador do Residencial Flor do Campo, de Araranguá, e também de 18 anos, igualmente suspeito de ter cometido o crime. A Polícia Civil descobriu durante a investigação, que ele foi na noite de terça-feira, dia 14, para Turvo e voltou na manhã de quarta-feira. Ele nega ter ido para Turvo na noite de terça-feira.

Segundo o delegado Thiago, o ex-companheiro da vítima foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e o segundo suspeito foi ouvido e liberado, por não haver situação de flagrância.

A oitiva de suspeitos e testemunhas iniciou na manhã de quarta-feira nas delegacias de Turvo e Central de Plantão Policial de Araranguá e se estende esta noite. As investigações continuam, para definição de motivação e autoria.

1 COMENTÁRIO

  1. É só fazer o exame nas mãos do rapaz, para ver se a resquícios de pólvora. A arma que ele tinha em casa, pode ter confundido a polícia.

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