Ação quer impedir que prefeituras paguem dívidas do CIS/Amesc

Ação Popular movida pelo advogado Arnildo Steckert quer prefeituras não paguem dívida do CIS/Amesc

Rolando Christian Coelho, 30/06/2020

Uma Ação Popular, proposta pelo advogado turvense Arnildo Stecket Júnior, quer impedir com que a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense, a Amesc, pague por um rombo de cerca de R$ 3 milhões que estariam sendo devidos pelo CIS/Amesc. O CIS/Amesc é um consórcio voltado ao setor da saúde, mantido pela Amesc, que objetiva baratear a contratação de serviços médicos, a compra de medicamentos e a realização de exames laboratoriais, dentre outras situações afins, utilizadas pelo setor da saúde dos municípios de nossa região.

Ao longo dos últimos anos, o CIS/Amesc acabou acumulando uma dívida milionária com seus fornecedores, que, em princípio, teria que ser paga pelas prefeituras associadas ao órgão. As dívidas mais emergenciais estão na casa de R$ 1,2 milhão, e precisariam ser quitados imediatamente, sob pena dos serviços prestados pelo CIS/Amesc serem paralisados. A Ação Popular, no entanto, pede que isto não seja realizado, levando em conta de que não se poderia utilizar dinheiro público para pagar por prejuízos causados por uma suposta má gestão no Consórcio. Basicamente, Arnildo Steckert quer que aqueles que deixaram a dívida chegar a este ponto paguem pelo prejuízo do CIS/Amesc, e não o contribuinte.

O presidente do Consórcio, prefeito de Ermo, Zica Cadorin (PDS), diz que a dívida de R$ 3 milhões é de responsabilidade das prefeituras, que, como sócias, acabam respondendo de forma solidária pelas decisões do órgão. “As gestões municipais são responsáveis, na condição de mantenedoras. Ao longo de sua existência, o CIS/Amesc economizou cerca de R$ 40 milhões para as prefeituras, que se beneficiaram com isto. Do mesmo modo que o lucro foi dividido, o prejuízo também terá que ser. Salvo melhor juízo”, comenta Zica.

Progressistas quer Jairo Borges em Arroio

Progressistas de Balneário Arroio do Silva está tentando convencer os partidos que orbitam a atual gestão municipal, a apoiarem a candidatura de Jairo Borges ao comando do executivo. Depois que o prefeito Juscelino Guimarães, o Mineiro (PSDB), anunciou que não será candidato à reeleição, o partido de Jairo passou a acreditar que sua candidatura é a mais viável para enfrentar a tentativa de Evandro Scaini (PSL) de voltar a ser prefeito de Arroio. Jairo é irmão do ex-prefeito Juca Borges e tio do ex-vice-prefeito Fernando Borges (PP). Sua grande missão será convencer o PSDB a indicar o seu vice, fechando a aliança majoritária para este ano.

Jair Toretti diz que está fora em Turvo

Ex-secretário de Cultura e Esportes de Turvo, Jair Toretti, diz que está fora do processo eleitoral deste ano. Jair, que também já foi vereador, vem sendo apontado como um dos nomes do MDB para a disputa municipal que se avizinha. De acordo com ele, no entanto, as chances de que venha a concorrer a algum cargo eletivo não existem. “Acredito que já tenha dado minha cota de contribuição na vida pública. Agora, vou me dedicar à iniciativa privada”, comenta Toretti, que está construindo um pub em Turvo, com inauguração prevista para o pós-pandemia. Em princípio, o MDB ainda conta com as disposições do vice-prefeito Edson Pisca Dagostin, do ex-prefeito Heriberto Schmidt, e do empresário Selvino Londero, para a disputa municipal.

PP e Maracajá quer contar com PSDB, PDT e PT

Progressistas de Maracajá, que lançou a pré-candidatura do ex-prefeito Cacaio de Oliveira ao comando do executivo municipal, acredita que conseguirá atrair PSDB, PDT e PT para sua coligação. Das grandes siglas do município, ficariam de fora MDB e PSD, que, provavelmente, se uniriam em uma dobradinha majoritária. A questão do vice de Cacaio ainda não está definida. Aníbal Brambilla (PSDB), neste momento, é o nome mais evidenciado para a composição, mas, tanto no PDT quanto no PT também existem interessados na vaga de vice de Cacaio. De acordo com o ex-prefeito, por enquanto, o cenário é meramente de observação e especulação.

Candidatura a vice em Sombrio é dilema

Não é só o MDB de Sombrio que está com dificuldade em se decidir quanto a quem concorrerá como vice, na chapa a ser encabeçada por Gislaine Cunha (MDB). O Progressistas também tem a mesma dúvida, em relação a candidatura de Cristian Rosa (PP). O grande problema é que há um excesso de pré-candidatos a prefeito por outros partidos, que, na verdade, são mesmo é pré-candidatos a vice. Basicamente, se MDB e Progressistas decidirem seus vices de forma muito antecipada, vão empurrar os outros pretensos vices para o lado do adversário. Por conta disto, os dois maiores partidos do município têm pisado em ovos. Hoje, os partidos mais atraentes para uma composição majoritária são PDT, PSB e Democratas.

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