Mulher é agredida após ameaçar matar sua filha

Mãe expressou o desejo de matar a filha para familiares da menina, o que teria causado a agressão

Avó da criança, mais quatro mulheres, cortaram o cabelo da mulher. Em áudios de WhatsApp, a mãe supostamente agride a criança e ameaça de matá-la

Santa Rosa do Sul

Uma mulher foi agredida em Santa Rosa do Sul depois de ameaçar a vida da própria filha, uma bebê de apenas quatro meses. A Polícia Militar teve conhecimento do fato por volta das 15 horas de domingo, dia 26, quando, segundo a vítima da agressão, ela saiu de sua de casa carregando sua filha bebê para uma festa de aniversário de um familiar.

No meio do trajeto, um carro parou, de onde desceram três mulheres e sua ex-sogra. As agressoras começaram a golpeá-la e arrancaram sua bebê de quatro meses dos seus braços.
Quando a criança já não estava mais no colo da vítima, as mulheres pegaram uma tesoura e cortaram seu cabelo. Após a agressão, as mulheres saíram do local levando a criança.

A PM foi acionada e foi até o local, onde a mulher disse que estava sentindo dores em sua barriga, pois tinha feito cesariana. A mulher ainda disse à PM que sofre de depressão pós-parto, e que naquela manhã já estava se sentindo muito nervosa e chegou a pensar em matar a criança. Ela expressou o desejo para familiares da menina, o que teria causado a agressão.
Mesmo após ser agredida, a mulher preferiu não representar contra sua ex-sogra, que não estava mais no local.

Ao mesmo tempo, o Conselho Tutelar de Balneário Gaivota foi acionado para ir até a residência do pai da criança. No local estava o irmão dele, que relatou que a menina estava bem, mas em outro local. O tio da menina mostrou aos conselheiros alguns áudios e conversas em que ficaram evidentes que não houve rapto algum, mas sim que a mãe da bebê deu a criança à avó.

Nas conversas via WhatsApp, que foram mostrados pela tia da bebê, existem áudios em que a mãe supostamente agride a criança e ameaça de matá-la se o pai não fosse buscar a menina. O Conselho Tutelar orientou que a criança ficasse com o pai enquanto ambas as partes não possuem a guarda. O pai levou a criança até o Conselho para que a conselheira pudesse verificar que a bebê está bem.

Diante dos fatos foi confeccionado um boletim de ocorrência e orientado as partes sobre os procedimentos cabíveis em relação à guarda e pensão alimentícia.

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